Compositor: G.lopez
Dirigimos novamente pela Harbor Street
Os mesmos sinais de sempre, o mesmo fim de sempre
Você disse que a vista ainda dói
Mas talvez alguns fantasmas não queiram desaparecer
O ar estava denso com conversas do mar
Sabíamos que crescer significava caminhar
É estranho como ir embora nunca parece partir
Apenas ecos sobre os quais construímos a vida
Estávamos meio apaixonados pelo outono
Meio com medo de perder tudo
Cada caminho errado nos ensinou graça
Cada lágrima reescreveu este lugar
Estamos a meio caminho de casa, mas tudo bem
Ainda perseguindo a luz que escapa
Não somos mais quem éramos, mas de algum jeito permanecemos
Um pouco mais reais a cada erro
Da areia nos nossos sapatos à chuva da cidade
Continuamos nos reencontrando
A meio caminho de casa
E talvez seja aí que pertencemos
Você ainda canta baixinho as músicas do último ano
Soam como liberdade, têm gosto de medo
Rimos alto demais em carros emprestados
Acreditávamos que a juventude podia curar as cicatrizes
Mas o tempo é uma maré, ele puxa, ele ensina
Deixa você mais suave onde queima
E eu ainda sinto isso quando a noite se torna dourada
A mesma emoção que nunca envelhece
Estávamos meio acordados na tempestade
Meio quebrados, meio renascidos
Cada fim iluminava o céu
Cada silêncio nos ensinava o porquê
Estamos a meio caminho de casa, mas tudo bem
Ainda perseguindo a luz que escapa
Não somos mais quem éramos, mas de algum jeito permanecemos
Um pouco mais reais a cada erro
Da areia nos nossos sapatos à chuva da cidade
Continuamos nos reencontrando
A meio caminho de casa
E talvez seja aí que pertencemos
Todas as versões de nós ainda chamam
Dos cartazes, do corredor
E se crescer significa perder partes
Então guardarei a costa dentro do meu coração
Estamos a meio caminho de casa, e tudo bem
Ainda dirigindo pelo ontem
O mundo continua mudando, mas permanecemos
Um pouco mais seguros a cada dor
Das longas noites de estrada às canções do mar
Estivemos nos tornando ao longo do caminho
A meio caminho de casa
Yeah, a meio caminho de casa
E talvez seja aí que pertencemos